ADOÇÃO TARDIA
Adoção tardia é simplesmente adotar uma criança com mais de 03 anos de idade.
Eu tenho vivido essa experiência porque adotei uma criança com 04 anos desde janeiro de 2009.
Para mim tem sido uma experiência única e cheia de bons momentos e momentos que não classifico de ruins porque tem que ter compreensão e amor para entender_los.
Vou relatar aqui, tudo o que vivenciei até hoje como mãe de uma criança que veio para o seio de minha família, com uma certa idade, que possue suas manias, seus treinos e seus vícios. Para incluí-la na família com o nosso estilo e referências não foi fácil nem para nós e nem para a criança, que apesar de tudo foi a que menos sentiu devido ao tato que todos têm com relação à ela.
Primeiramente, o fator que mais se ressalta na criança que vem de um orfanato e de certa forma esta acostumada a vivencia de lá, é achar que a sua casa também é como o orfanato, com regras estipuladas ao receber visitas, convivência com as outras crianças ( como a lei do mais forte ), o que não se enquadra com o estilo familiar.
Por exemplo, minha filha achava que deveria mostrar tudo na minha casa para qualquer visitante, cito isso como uma das experiências mais difíceis de lidar.
Um dia recebi uma amiga em casa e ela já foi pegando na mão dela mostrando onde dormia, como comia, suas roupas e etc. isso me deixou constrangida com a visita porque esta amiga veio me visitar e não visitar a minha casa que ela já conhecia, a criança tinha a mesma visão do orfanato ainda. Além disso não desgrudava da minha amiga, segurando o vestido dela e se agarrando a ela como se a mesma tivesse vindo para adotá-la. Foi muito difícil conversar com a criança depois do fato e fazê-la entender que a minha casa agora era a casa dela e que a minhas visitas eram apenas visitas e não mais futuras mães. No primeiro momento achei que ela não gostava de mim, e que não me aceitava como mãe, mas depois com calma percebi que era apenas uma mania de muitas outras que ela iria demonstrar depois.
ESSA PRIMEIRA NÓS VENCEMOS, juntos trabalhamos o SER FAMÍLIA na cabecinha dela e agora ela discerne bem uma coisa da outra.
Virei com mais, passo a passo, outras atitudes e conquistas.
Até mais,
Adoção tardia é simplesmente adotar uma criança com mais de 03 anos de idade.
Eu tenho vivido essa experiência porque adotei uma criança com 04 anos desde janeiro de 2009.
Para mim tem sido uma experiência única e cheia de bons momentos e momentos que não classifico de ruins porque tem que ter compreensão e amor para entender_los.
Vou relatar aqui, tudo o que vivenciei até hoje como mãe de uma criança que veio para o seio de minha família, com uma certa idade, que possue suas manias, seus treinos e seus vícios. Para incluí-la na família com o nosso estilo e referências não foi fácil nem para nós e nem para a criança, que apesar de tudo foi a que menos sentiu devido ao tato que todos têm com relação à ela.
Primeiramente, o fator que mais se ressalta na criança que vem de um orfanato e de certa forma esta acostumada a vivencia de lá, é achar que a sua casa também é como o orfanato, com regras estipuladas ao receber visitas, convivência com as outras crianças ( como a lei do mais forte ), o que não se enquadra com o estilo familiar.
Por exemplo, minha filha achava que deveria mostrar tudo na minha casa para qualquer visitante, cito isso como uma das experiências mais difíceis de lidar.
Um dia recebi uma amiga em casa e ela já foi pegando na mão dela mostrando onde dormia, como comia, suas roupas e etc. isso me deixou constrangida com a visita porque esta amiga veio me visitar e não visitar a minha casa que ela já conhecia, a criança tinha a mesma visão do orfanato ainda. Além disso não desgrudava da minha amiga, segurando o vestido dela e se agarrando a ela como se a mesma tivesse vindo para adotá-la. Foi muito difícil conversar com a criança depois do fato e fazê-la entender que a minha casa agora era a casa dela e que a minhas visitas eram apenas visitas e não mais futuras mães. No primeiro momento achei que ela não gostava de mim, e que não me aceitava como mãe, mas depois com calma percebi que era apenas uma mania de muitas outras que ela iria demonstrar depois.
ESSA PRIMEIRA NÓS VENCEMOS, juntos trabalhamos o SER FAMÍLIA na cabecinha dela e agora ela discerne bem uma coisa da outra.
Virei com mais, passo a passo, outras atitudes e conquistas.
Até mais,
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